What is important is being happy..
"..With yourself, find someone who is important to you and move forward without connect to what others say."
my web, relaxation. might want to know. absurd jealousy.
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“Eu fui dormir, pensando em você.
E eu acordei, do mesmo jeito.”
A Day To Remember (via poeta-abstrato)

Amor, seu sorriso é perfeito.


“Sempre que uma situação começa a ficar boa ou simplesmente começa, solto minhas frasezinhas bombas. Não sei se com isso quero realmente foder a minha vida ou me proteger de me foder. Acho que segundos antes de explodir tudo, penso assim: se eu falar a frase mais errada do mundo, só os realmente fortes sobreviverão. O que eu não percebo é que no começo de alguma coisa, ninguém ainda é realmente forte para agüentar minhas frasezinhas bombas.
E todo mundo, sem exceção, acaba correndo assustado. E no dia seguinte eu acordo com aquele misto de vitória com tristeza. Sozinha novamente. Como se isso fosse um prêmio mas também uma doença. Dentre as minhas frasezinhas bombas tenho três prediletas “to morrendo de saudades de você”, “a vida sem amor é uma merda” e “você me dá pouca atenção”. Quase nunca to morrendo de saudades de alguém, não existe a menor chance de eu amar algum desses trastes que me aparecem e caguei se eles me dão ou não muita atenção. Mas ainda assim falo, ainda assim mando uma frase dessas. Só pra ter o triste prazer de ver o covarde ficando branco, escondendo os dentes, enfiando o pinto no cu. E sumindo finalmente da minha vida. É o jeito que arrumei de me rebelar contra essa hipocrisia masculina. Eles podem dormir na casa da gente, enfiar o pauzinho no meio das pernas da gente, pedir uma torradinha com requeijão de manhã, mijar pra fora do nosso vaso, contar a vida deles e pedir mais carinho nas costas. Mas não suportam ouvir no dia seguinte um simples “gosto de você”. Covardes de merda. Odeio essa hipocrisia masculina. Se eles falam mil vezes que querem te ver é tesão e você não pode se assustar, mas se você falar uma única vez que quer vê-los, é porque você é uma mala que está “misturando sentimentos”. E eles podem se assustar. Que preguiça desse planetinha dos macacos e suas bananas. E sigo com minhas frases matadoras. “Pensei em você hoje”; “Voltei antes pra te ver”; “Vamos nos ver hoje?”; “Vamos comigo na festa da minha amiga?”; “O que você vai fazer no feriado?” E tenho cada dia mais nojo de como frases ditas pra ser agradável soam como um assassinato. E tenho nojo de pensar que quando você tira o controle deles, eles não sabem mais o que fazer com você. “O que eu vou fazer com uma mulher que eu já conquistei?” Que tal continuar conquistando todos os dias, seu idiota? Que tal viver uma história que passe da primeira página? Tenho cada dia mais nojo de como as pessoas se consomem e não se conhecem, não vivem nada. Não sabem nada da vida da outra a não ser o tamanho dos peitos e se o desenho dos pêlos é mais para Claudia Ohana ou bigodinho do Hitler. Sempre lembro de uma vez que fui passar cinco dias com um namorado no alto de uma montanha e ele me apareceu com um verdadeiro “kit putaria”. Passou antes no sex shop e comprou de óleo de massagem a roupinha de enfermeira. Tenho certeza que fez isso porque pensou “que porra vou fazer com uma mulher cinco dias em cima de uma montanha a não se trepar”? Se fosse algum dos seus amiguinhos eles poderiam rir, se divertir, beber, conversar, apostar corrida, jogar videogame, brincar na piscina, fazer trilha. Mas com uma mulher? Um ser estranho chamado mulher? Que porra ele iria fazer não é mesmo? Homens acham que a página 1 é trepar e a página 2 é casar. E como têm pavor da 2 (e quem disse que as mulheres também não têm?) acabam nunca saindo da 1. E nisso conversas incríveis, descobertas maravilhosas e histórias lindas morrem antes mesmo de nascer. Eles podem te comer mas jamais passear de mãos dadas com você. Isso tudo me dá um bode profundo. Mas no fundo tenho mais bode é de mim. Por ter dito frases desse tipo para pessoas sem nenhuma magia, sem nenhuma poesia. E que ao invés de enxergar beleza enxergaram “carne ganha”. E no fundo eu nem sentia nada por essas pessoas, estava apenas testando a hipocrisia do mundo. Estava apenas comprovando que se tratava apenas de mais uma “carne podre”. Acho de verdade que a puta da Glenn Close estragou a vida de algumas mulheres. Basta você dizer um inocente “você é legal” pro cara achar que você vai se mudar pra casa dele, mergulhar o poodle dele numa panela fervendo e parir trigêmeos bem no dia do futebol com os amigos. Da onde eles tiram que somos tão assustadoras? A gente só quer ter com quem rir no final do dia e ganhar alguns beijos no lugar certo. Nada muito diferente do que eles querem. Mas cansei. Definitivamente cansei. Cansei de um mero “nossa, tava pensando em você” equivaler a um “nossa, tava pensando em você de terno e gravata no altar de uma igreja”. Já que pouca coisa assusta tanto, decidi que agora vou jogar pesado. Daqui pra frente minhas frases matadoras vão ser de “quero ter um filho seu” pra pior. Quem quiser sair comigo vai ter de ouvir “posso dormir aqui?” ou ainda “acho que posso me apaixonar por você”. E quem sobreviver a esse verdadeiro extermínio de pretendentes, vai descobrir que eu sou só mais um ser que morre de medo do amor e da convivência. Vai descobrir que falo as frases erradas justamente pra espantar as pessoas e não ter mais trabalho. Mas de verdade (e dessa vez sem medo de assustar ninguém) adoraria encontrar alguém que resolvesse correr esse risco junto comigo.”
— Tati Bernardi (via elasocurtejackdaniels)


“Tenho mais problemas que os livros de matemática.”
Emicida (via n-evergivein)

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“Você é a pessoa pra quem eu olho e penso: será que se eu pedir com jeitinho, Deus te deixa ficar comigo pra sempre?”
Giulia Mainardi  (via tekpix)

Faço o tipo conformada, mas sei que no fundo sou cabeça dura, osso duro de roer. É muito complexo tentar me convencer em relação a determinados assuntos, pois quando formo um conceito e firmo-o, pra retirá-lo, haja esforços! Mas embora isso pareça maduro, é absurdamente infantil. Sou marrenta e metida á perfeccionista, mas não passo de um acúmulo de erros. Sou tudo aquilo que abomino e isso é estranho demais. Sou completamente assim, um misto de personalidades divergentes, que cabem em mim confortavelmente. As coisas funcionam de maneira anomálica dentro de mim, nada trabalha de maneira padrão. Isso assusta muita gente e deixa muita cabeça enrolada por aí, mas eu já sou acostumada. Nem foi necessário muito tempo pra me adaptar as fases constantes pelas quais sou obrigada a suportar. Meu pessimismo colabora bastante, sou insistente quanto á continuidade do meu eu sem mais mudanças trágicas. Depois de tantas tentativas mal elaboradas e conseqüentemente frustradas, eu desisti de arrancar o que é permanente em mim. Sou desse jeito mesmo e sei que não conseguiria lidar com um novo eu. Convivo comigo desde sempre e até hoje não consigo me entender, se resolvesse mudar assim tão de repente, tudo ficaria mais confuso do que já é. E toda essa confusão é de minha total responsabilidade e culpa, admito sem nenhum problema ou vergonha. Não sou com a maioria por aí, muito pelo contrário, eu sou exatamente o oposto. Sou singular. Meus defeitos predominam e minhas qualidades são praticamente imperceptíveis à maioria, mas eu aprendi a não deixar que isso me atrapalhe. Aprendi na marra que não há como mudar algo que é tão meu. No final das contas, acaba sendo isso meu diferencial dos demais. Talvez seja muito grosseiro denominar-me como alguém cheia de defeitos, mas se tem algo que também transborda em cada canto do meu ser, é isso, grosseria. Pelo menos é o que dizem por ai. Não devo ser tão errada, no final das contas, não sou tão terrível. Sou uma constante bagunça e não cobro a ninguém que venha me organizar, me decifrar. Muito menos cobro que venham cá me entender. Nem eu mesma consegui essa dádiva. Enquanto isso ei de continuar, com esse meu jeito ou melhor dizendo, com essa minha falta de jeito. Desculpas se a minha contradição lhe incomoda, mas é algo que eu mesma fui obrigada a aceitar.  Gabi, Julia e Ana Luisa (reprimidas)


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NOVO TUMBLR DE TEXTOS EM PARCERIAS.


Sabe, estou cansada de ser julgada. Não sou puta, muito menos santa, apenas sou mulher e uma mulher livre! Sou o que eu quiser e que se foda, só quero mais ser feliz e tomar posse do que eu mereço. Quero ser tratada como igual, nem superior nem inferior, sou um ser humano como qualquer outro, isso é mais que justo, é obrigatório. Estou cansada de ser inferiorizada ao sexo masculino que são mais valorizados e ganham espaço. Qual é? Mulheres são guerreiras até mais que os homens, já cansamos de provar que não somos o sexo frágil. Mostramos de diversas maneiras que somos capazes de sermos até mais fortes do que os próprios homens. Aguentamos coisas pra lá de ruins sem poder abrir a boca pra reclamar, pra não correr o risco de ser chamada de ‘frágil’. Todas as dores que os homens jamais serão capazes de sentir, enfrentamos com um sorriso no rosto. Somos muitos melhores do que acham que somos. Viver em uma sociedade totalmente machista não implica que eu devo seguir os padrões disso. Eu posso sim viver pra mim, viver pra sair da linha, quebrar as regras, fazer histórias. O que seria da vida de alguém que não tivera histórias para contar no futuro? Quero viver com o riso solto, o sorriso aberto e o pensamento tranquilo. Me desculpe por ser a favor de mim mesma. Me desculpe por não levar adiante esse pensamento retardatário que habitam em todos vocês. Desculpe por ser o diferencial no meio de tantos padrões impostos pelo que chamam sociedade. E eu não me importo que me tachem de egocêntrica, egoísta ou afins. Com certeza, é tudo isso que não me faz decair junto com vocês. Eu defendo o que sou com unhas e dentes e vou contra qualquer conceito que ao meu ver, pareça errático. O que sou ou o que deixo de ser não cabe a ninguém. Não estou incomodando ninguém e espero reciprocidade nessa questão, afinal, quem são vocês pra julgarem alguém? Fisicamente falando, você é igual á mim. Carne, osso e órgãos. Não somos de ferro, mas provavelmente aguentamos bem mais que vocês. Vocês? Trabalho pesado? Atrás dessa pinta toda escondem fraquezas também então não adianta tentar serem superiores. Estamos no mesmo nível, querido. E eu vou até o fim, pelos direitos que me cabem.  Michelle, Ana Luisa e Gabi (reprimidas)